Maisfutebol
October 13, 2026
«Falei com Villas-Boas sobre as boas memórias de 2003»
«O Betis vem numa sequência de resultados impressionante»
«O Samu e Zaidu não viajaram só para nos fazerem companhia»
«Infelizmente o relvado não está em bom estado»
«Ausência de Bednarek tem impacto, Nehuén está pronto»
«Este FC Porto tem capacidade para ser camaleónico»
«Foi muito bom ter o Oskar Pietuszewski de volta»
O FC Porto regressa, na quarta-feira, ao Olímpico de Sevilha, onde conquistou a Taça UEFA em 2003, para defrontar o Betis para a Liga dos Campeões. As memórias dessa conquista podem ajudar a um bom desempenho dos portistas na quarta-feira (20h00), acredita Francesco Farioli:
«Os jogos que vamos jogar na Liga ou na Liga dos Campeões, como o de amanhã, serão sempre muito exigentes, pelo nível dos adversários. Quando jogamos fora, temos também de gerir a questão das viagens e a condição do relvado. Infelizmente, amanhã o relvado não está numa boa condição, tal como não estava no jogo com o Marítimo. Estes detalhes geram mais stress, mental e físico. Mas essa é a razão porque trabalhamos tão duro para recuperar os jogadores para os ter nas melhores condições possíveis para poderem competir apesar dos poucos dias entre os jogos. Para amanhã, ainda vamos ter de fazer algumas avaliações, sobretudo no que toca à condição física (dos jogadores). Amanhã de manhã vamos definir o onze inicial e os jogadores que vão entrar, para que todos, juntos, possamos contribuir para trazer uma memória especial de um estádio que diz muito ao FC Porto.»
«Falámos, ainda que não recentemente, sobre algumas memórias. Vamos ter o jantar desta noite e o almoço de amanhã para recuperarmos essas boas memórias e elevar a faísca, mesmo que isso não seja propriamente necessário porque a atmosfera que vamos enfrentar no estádio e o apoio dos nossos adeptos vão levar a que todos estejam ao seu melhor nível. Mas é claro que é sempre bom podermos transportar para o presente boas memórias do passado.»
«Mencionou um jogador, mas não é apenas ele. O Isco é um jogador capaz de dar criatividade ao jogo e de gerar vantagens, que os jogadores da frente podem aproveitar. Têm três ou quatro extremos de grande qualidade, incríveis no um para um, e dois avançados com mobilidade e capacidade de ligar o jogo. É uma equipa que junta individualidades fortes e uma boa organização, que a torna muito especial, graças ao trabalho do mister Pellegrini, que devolveu o clube à Liga dos Campeões muitos anos depois.»
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